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6º dia da São Paulo Fashion Week

Inverno 2007 – O último dia de desfiles começou com a estilista Isabela Capeto, em um desfile para um público restrito, realizado em sua loja, a estilista mostra que o preto pode combinar com bordados e aplicações e deixar as roupas femininas mais atraentes.
Influenciada pelo Dadaísmo, Isabela cria looks para deixar a mulher mais bonita e "enfeitada". Paetês, argolas e estrelas de metal douradas e pretas e decoram vestidos e outras peças.
A coleção ainda conta com plissados e pequenas pregas, que formam camadas de babados nas mangas das peças.
Ao fim do desfile, as modelos surgiram de camisa com jabô, numa interpretação do vestido chemise, levando, em cabides, as roupas da coleção para a arara.
Estreante no São Paulo Fashion Week, a grife de Priscilla Darolt, procura reproduzir a atmosfera do jazz, do soul e do blues na sua coleção. A top Gianne Albertoni, de peruca chanel loira, vestiu um microvestido e um blazer.
As peças têm cortes que lembram instrumentos como o sax e o violino. A modelagem reta é inovada com a construção geométrica dos vestidos e casacos.
Grandes botões viram detalhes nas peças e o short curto faz parte da linha de inverno da marca.
Os tecidos encorpados tornam as roupas bem estruturadas no corpo, à exemplo da mistura do algodão com o metal.
Cores pesadas são a proposta de Priscilla Darolt: o azul petróleo, o cinza e o preto. Já o vermelho e o branco quebram esta sobriedade. O inverno da marca conta com botas de cano curto e salto baixo.
Inspirada pelo tema "Futuro híbrido", a grife Jefferson Kulig cria uma coleção inusitada. O aspecto robótico permeia todas as peças com cortes estruturados. Algumas das roupas carregam uma releitura de cocares de índio no pink e no amarelo fosforescentes.
Os tecidos sintéticos como a borracha são usados em conjunto com panos mais leves a exemplo do tule.
As falsas sobreposições são o ponto alto da nova linha, principalmente nos vestidos que vão até o joelho.
A cartela de cores é apagada, com o bege, o cinza e o preto.
O destaque da coleção é o body estampado que causa certa confusão visual, nas cores cinza e alaranjado.
O desfile da marca Huis Clos contou com roupas elegantes e femininas, apesar da modelagem não revelar a forma da mulher. Os clássicos trench coats - os sobretudos - e casacos trazem um ar contemporâneo com a silhueta mais ampla.
As peles estão nas golas de diversas peças. Os macacões são largos e com cavalo mais baixo. Os vestidos trapézios ganham a forma através de algumas pregas.
A sensualidade surge na transparência das camisas. O inverno da Huis Clos é composto por cinza, preto, verde musgo e discreto xadrez. Os paetês prata dão luminosidade à coleção.
A V.Rom propõe ao guarda-roupa masculino um inverno feito pela mescla do urbano com o clássico. Para a representar o estilo despojado da grife Ricardo Mansur subiu à passarela vestido com uma calça jeans e um blazer estampado por pequenos logotipos da marca que se transformam em desenhos geométricos.

As parkas e coletes têm corte de alfaiataria. O xadrez passeia por calça, shorts e jaqueta, além da combinação camisa e gravata. O estilo street wear está nos moletons, capuzes, camisetas e bermudas com bolsos.
O destaque da coleção é o macacão, que aparece curto ou comprido. A lã e o moletom aparecem em cinza, azul marinho e verde musgo. E para completar os looks a grife aposta nas maxibolsas com detalhes em verniz e no coturno.
E Para Fechar com chave de ouro O estilista Marcelo Sommer desenvolve uma coleção divertida para a grife Do Estilista. Uma profusão de cores invade a passarela, onde há muros de espelhos. Os vibrantes amarelo, rosa, azul, verde, laranja e vermelho iluminam o inverno da marca, que encerrou o evento de moda paulistano.
Fica evidente a busca da alfaiataria nas peças. A cintura das mulheres é bem marcada. Mas as formas amplas e volumosas prevalecem em vestido, saias e jaquetas.
A novidade vem da confecção de calças, bermudas e casacos a partir do cobertor, que acrescenta as franjas como detalhes. A coleção é ricamente estampada: há desde geométricos, passando pelos xadrezes diversos até desenhos de toalha de mesa.
O verniz foge das cores sóbrias. Ele serve de matéria-prima para sapatos e botas em vermelho, verde e azul. Além disso, está também em saias amplas e coletes.
Os acessórios são exagerados. As modelos carregaram no pescoço colares de imensas bolas, corações, crinas de cavalo e cristais de vidro. Chapéus pequeninos ou grandes levam flores coloridas.
O jeans de corte reto equilibra as formas largas conquistadas com o uso da seda, do algodão, das flanelas, das toalhas de mesa e dos cobertores.

Pois é e chegou o fim de mais uma bateria de desfile
Mas fique sempre ligados porque aqui a moda não para.


30/01/2007 Publicada por :: ::Luke²:: ::


Tb Amo Moda!!! Qdo quiser visite meu blog. Até mais...

30/10/2010 09:06 Roberta Garcia http://robertagarciapelamoda.blogspot.com

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